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Resumo da Introdução (parte 1/2), livro “Anticâncer” do Dr.David Servan-Schreiber

Segue abaixo um trecho retirado do livro: “Anticâncer“, Introdução (parte 1/2):

Anticâncer

Introdução

”Há 17 anos, descobri por meio de um experimento de mapeamento do meu próprio cérebro que eu tinha câncer cerebral. (…) Não estando mais enrolado no manto confortável de médico e cientista, eu tinha me tornado um paciente com câncer. Este livro é a história do que aconteceu depois, do retorno à vida e à saúde – na verdade, a um nível de saúde que eu nunca tinha atingido antes – mesmo sabendo que tinha câncer. É a história de como usei meus conhecimentos médicos e científicos para descobrir tudo que havia na literatura médica que pudesse me ajudar a mudar o quadro. E o mais importante, ele proporciona uma perspectiva nova sobre o câncer, com base na ciência, que oferece a todos nós a chance de nos protegermos melhor contra essa doença. (…)

(…) temos de prestar muita atenção à conexão mente e corpo, principalmente no impacto negativo de sentimentos prolongados de impotência e desespero. Quando não se cuida deles, esses sentimentos – e não os estresses da vida em si – contribuem para os processos inflamatórios que podem ajudar o câncer a crescer. (…)

Em termos de nutrição, estudos recentes promissores descobriram vários novos alimentos anticâncer. Frutas com caroços grandes, como ameixa e pêssego, podem agora ser incluídas nessa categoria. Novos dados sobre o azeite de oliva, que já tinha sido fortemente recomendado na primeira edição, agora o tornam um alimento anticâncer completo, agindo contra diversos tipos específicos de câncer.

Além disso, dois novos estudos mostraram exatamente quantas xícaras de chá verde precisam ser tomadas por dia para reduzir o risco de câncer de mama ou próstata em mais de 50%. (…)

Novas pesquisas confirmaram a importância da vitamina D3 na prevenção do câncer, (…)

(…) Quando as células do câncer de mama humano são expostas a doses de bisfenol A (BPA) correspondentes aos níveis frequentemente encontrados no sangue das pessoas, as células não respondem mais à quimioterapia. Dados comparáveis foram obtidos em estudos de aditivos alimentares baseados em fostatos inorgânicos (encontrados em refrigerantes, produtos assados processados, etc), que promovem o desenvolvimento de células de câncer de pulmão de células não pequenas.

(…) uma pesquisa publicada no periódico Nature, em 2007, concluiu que o câncer pode ser entendido como um colapso no equilíbrio entre as células cancerígenas que sempre estiveram “adormecidas” no corpo e as defesas naturais que normalmente as mantêm inertes. Esse tipo de estudo destaca a importância de se nutrir e fortalecer nosso “terreno”.

(…) Dois grandes estudos epidemiológicos, um conduzido em 11 países europeus e com duração de 12 anos (o estudo HALE) e o outro um uma única região do Reino Unido (20 mil pessoas observadas ao longo de 11 anos), relataram resultados ainda mais drásticos: uma redução de mais de 60% na mortalidade por câncer durante o período do estudo entre as pessoas que adotaram um estilo de vida mais saudável.

(…) Em outro estudo bem executado, em 2008, (…) demonstrou que mudanças no estilo de vida em relação à dieta, exercícios e redução de estresse modificaram a expressão dos genes dentro das células cancerígenas.

(…) Nos últimos trinta anos, a ciência fez avanços extraordinários e demonstrou que todos nós tempos a habilidade de nos proteger do câncer e de contribuir com nossos próprios meios para curá-lo.

(…) Tem sido um alívio para mim saber que não encorajei falsas esperanças, e isso confirmou minha convicção de que mesmo o programa Anticâncer não podendo (como realmente não faz) alegar que neutraliza o câncer para todo mundo, ele ajuda a prolongar a vida, seja lá qual for o resultado.”

Retirado do livro: “Anticâncer”, 2011 – Editora Objetiva, de David Servan-Schreiber [Comprar o livro]

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Resumo do Capítulo 2 do livro “Ultra-Metabolismo” de Mark Hyman

Segue abaixo um trecho retirado do livro: “Ultra-Metabolismo“, Capítulo 2 – O Mito das calorias:

Ultra-Metabolismo

Capítulo 2 – O Mito das calorias

“No último capítulo, você aprendeu que a restrição calórica não funciona. Esse é o motivo do fracasso da maioria das dietas. Para perder alguns quilos, não basta comer menos. Quando ingerimos uma quantidade muita pequena de comida, ativamos uma cadeia de eventos moleculares que provoca o aumento do peso.

(…) o que faz mais diferença em termos de peso e saúde não é a quantidade, e sim o tipo de caloria que comemos.

(…) O que é uma caloria? A caloria é uma simples unidade de energia. Define-se caloria como a quantidade de energia (calor) necessária para aumentar a temperatura de 1g de água em 1 grau Celsius na pressão atmosférica no nível do mar.

Obtemos as calorias dos alimentos que ingerimos. Quando comemos algo, os processos químicos que compõem o metabolismo quebram o alimento e o transformam em energia. A queima dessa energia criada pelo mecanismo metabólico possibilita a realização de todas as nossas atividades, desde respirar até correr maratonas.

(…) As calorias que consumimos são absorvidas em ritmos diferentes e contêm quantidades específicas de fibras, carboidratos, proteína, gorduras e nutrientes – tudo isso se traduz em sinais metabólicos complexos e distintos que controlam o peso.

(…) o açúcar presente no refrigerante entra muito rápido na corrente sanguínea, enquanto que a mesma quantidade de açúcar contida no feijão-mulatinho faz esse ingresso lentamente. Quando você toma um refrigerante, todo o açúcar dessa bebida costuma ser descarregado na corrente sanguínea de uma só vez, fazendo com que as calorias que seu organismo não está usando no momento sejam armazenadas na forma de gordura. Por outro lado, quando você come feijão-mulatinho, a absorção do açúcar desse alimento ocorre devagar, dando ao organismo uma chance maior de utilizar essas calorias. Isso significa que a maior parte delas será queimada e a menor parte, armazenada. Além disso, por causa do alto conteúdo de fibras do feijão, nem todas as calorias serão armazenadas.

Pequisas avançadas revelam que nem todas as calorias são iguais. Esse estudos mostram que as dietas ricas em carboidratos compostos por açúcares que são absorvidos depressa podem elevar os níveis de açúcar e de insulina no sangue, causando o aumento do peso, além de elevarem os níveis de colesterol e triglicirídeos, que provocam o acúmulo de gordura no fígado e, consequentemente, mais ganho de peso.

(…) Ainda mais interessante é o fato de que os tipos de calorias que ingerimos realmente interferem nas funções metabólicas. A natureza dos alimentos exerce um grande efeito naquilo que os genes orientam o metabolismo a fazer. Portanto, os tipos de calorias que consumimos têm duplo impacto na forma como metabolizamos os alimentos. Eles atuam não só como fonte de energia, mas como centros de informações, ou instruções, para os genes que controlam o metabolismo.

(…) Na verdade, os genes dirigem o fluxo diário de instruções que regula cada aspecto da nossa bioquímica e psicologia. Controlam a produção de hormônios, as substâncias químicas mensageiras do cérebro, a pressão arterial e o colesterol, bem como o humor e processo de envelhecimento. Além disso, exercem influência no risco de apresentarmos doenças como câncer e males cardíacos.

(…) A nutrigenômica também revolucionou nossa compreensão dos alimentos e das calorias. Descobrimos que a comida é mais do que apenas energia, ou calorias.

Os alimentos contém informações ocultas. Esses dados são enviados aos genes, que dão ao metabolismo instruções específicas sobre o que ele deve fazer. Algumas das orientações transmitidas são: emagrecer ou engordar, acelerar o ritmo do processo de envelhecimento ou torná-lo mais lento, aumentar ou diminuir os níveis de colesterol, produzir moléculas que estimulam ou reduzem o apetite. (…) Os alimentos conversam com os genes.

(…) Fica a seu critério escolher entre aprender a falar essa língua ou sofrer as consequências do grava problema de comunicação: ganho de peso, cansaço e doenças.

(…) Todos nós temos um conjunto diferente de DNA – viver em sintonia com os genes corresponde a algo específico para cada um de nós.

Algumas pessoas precisam de mais gordura, proteína ou carboidratos do que outras. Não existe uma dieta perfeita para todos. (…) No entanto, há princípios metabólicos operacionais que todos nós compartilhamos, assim como existem determinados exames e pistas que nos permitem descobrir o que os afeta.

(…) Uma dieta com alimentos integrais é a melhor maneira de ajudar os alimentos a se comunicar com os genes numa linguagem que eles entendam.”

Retirado do livro: “Ultra-Metabolismo”, 2007 – Editora Sextante, de Mark Hyman [Comprar o livro]

Como os refrigerantes impactam sua saúde

Estes são apenas alguns males causados pelo consumo de refrigerantes:

  • Dissolvem os esmalte dos dentes
  • Provocam asma
  • Doenças renais
  • Distúrbios reprodutivos
  • Osteoporose
  • Obesidade
  • Aumenta o risco de Diabetes
  • Doenças Cardiovasculares