Resumo do Capítulo 3, livro “Nutrição Cerebral” de Helion Povoa

Segue abaixo um trecho retirado do livro: “Nutrição Cerebral“, capítulo 3 (O Ambiente e a Nutrição):

NUTRICAO CEREBRAL“(…) Hoje, na maioria dos países, as faculdades de medicina, de uma forma geral, não abordam profundamente o conhecimento sobre vitaminas, minerais e nutrientes em geral. São raríssimas – se é que ainda existem – aquelas que ensinam sobre os alimentos e suas possibilidades terapêuticas. É claro que isso contribui para que os médicos saiam das faculdades completamente inaptos a praticar a prevenção natural da saúde, baseada no que comemos. (…)

Hoje vivemos em uma época de verdadeira obsessão por medicamentos, como resultado do abandono das práticas preventivas para cuidar da saúde. Há pacientes que saem dos consultórios médicos indignados porque não lhes foi entregue uma longa lista de remédios. (…)

A verdade é que existe um condicionamento automático, inconsciente e involuntário global que zela pelo status quo e impede que vejamos a absurda situação que nos rodeia com a clareza necessária para modificá-la. (…)

Sobre os distúrbios mentais mais graves, que atingem um número cada vez maior de pessoas, grande parte deles também acontece a partir de uma sobrecarga de radicais livres. (…)

Há uma questão anterior aos genes, e talvez mais importante, que é a dificuldade das células em executar seus processos por falta de nutrientes. Infelizmente, a toxicologia e a nutrição ainda não se desenvolveram tanto quanto a genética, e essa pode ser uma das causas pelas quais ainda convivemos com tantas doenças.(…)

a informação é um nutriente. A informação é um fator tão importante para o cérebro que, na fase final da vida, é o mais decisivo de todos. Quem conserva o saudável hábito da leitura e procura constantemente aprender e se informar tem menos risco de apresentar alguma forma de demência senil. (…)

A falta de informação, especialmente a científica, faz com que muitas pessoas vivam imersas em uma espécie de mundo mágico, apoiadas em mapas falsos de realidade, gastando tempo e energia e aumentando o risco de sofrimento. Ter informação é aumentar a consciência e, por isso, é importante deselitizar o conhecimento científico e democratizá-lo, para que todos possam estabelecer os critérios de suas próprias vidas a partir de suas necessidades reais.”

Retirado do livro: “Nutrição Cerebral”, 2005 – Editora Objetiva, de Helion Póvoa [Comprar o livro]

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