Síndrome Metabólica

Você conhece a “Síndrome Metabólica”?

Os diversos veículos de comunicação têm aberto cada vez mais espaço para matérias sobre a Síndrome Metabólica, suas causas e suas conseqüências. Como promotores e consultores em Saúde e Bem Estar, temos o dever de esclarecer nossos amigos e clientes a respeito desse assunto, pois aumenta rapidamente, no mundo e particularmente no Brasil, o número de pessoas portadoras dessa disfunção. Por exemplo, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), há cerca de 47 milhões de americanos acometidos da síndrome.

A maioria dos especialistas concorda que a Síndrome Metabólica é caracterizada por pelo menos três dos cinco ítens abaixo:

1. Circunferência abdominal (cintura) maior que 94 cm nos homens, e maior que 80 cm nas mulheres;
2. Taxa de triglicerídios (gordura) no sangue maior que 150 mg/dl;
3. Nível de HDL (conhecido como “bom colesterol”) menor que 40 mg/dl nos homens e menor que 50 mg/dl nas mulheres;
4. Pressão arterial maior que 130/80 mm Hg (o que popularmente se chamaria de “13 por 8”);
5. Glicemia de jejum (teor de glicose no sangue, em jejum) elevada, maior que 100 mg/dl, ou diabetes tipo 2 já diagnosticado previamente.

Ou seja, se uma pessoa apresenta pelo menos três dentre os itens acima, é quase certo que ela sofra de Síndrome Metabólica. Percebe-se a importância de cada pessoa fazer exames clínicos e laboratoriais periódicos para, no mínimo, verificação de pressão sangüínea e taxas de colesterol, triglicérides e glicose. As pesquisas indicam que os pacientes com essa Síndrome apresentam um risco pelo menos duas vezes maior de desenvolver doenças cardiovasculares e cinco vezes maior de desenvolver diabetes.

Além da predisposição genética, a maior causa de obesidade abdominal, e conseqüentemente de Síndrome Metabólica, é uma nutrição desequilibrada.

A relação entre obesidade abdominal e a Síndrome Metabólica

Um fator importante que em geral está associado à Síndrome Metabólica é a obesidade abdominal. A constatação da mesma dá-se através da medição da circunferência abdominal, uma vez que uma circunferência acima da média normal costuma estar associada à gordura dentro do abdomen. Descobertas relativamente recentes comprovam que essa gordura visceral, que fica acumulada na cavidade abdominal, em volta dos principais órgãos (e não logo abaixo da pele, como o restante da gordura corporal), é identificada como uma das principais causas de diversos problemas metabólicos graves, dentre eles processos inflamatórios que se espalham por todo o organismo, e que são responsáveis pela maioria das doenças cardiovasculares, que tanto matam.

Outra disfunção bastante séria relacionada à gordura abdominal visceral é o depósito de gordura no fígado, podendo evoluir para esteatose e, posteriormente, até para cirrose.

Em 1980, pesquisadores descreveram uma síndrome chamada esteato-hepatite não-alcoólica (NASH), caracterizada por pessoas obesas e diabéticas que não usavam álcool, porém apresentavam problemas no fígado muito semelhantes às da hepatite alcoólica, com o órgão aumentado, suas células apresentando alterações em exames laboratoriais e biópsias revelando vesículas de gordura (o nome “esteatose” vem de “gordura”), necrose, inflamação e lesões diversas. O acúmulo de gordura dentro das células do fígado é um fenômeno natural, servindo para armazenar energia. Mas, por vários motivos, pode haver um acúmulo excessivo, e a partir daí, por mecanismos ainda pouco conhecidos, o organismo desencadeia uma inflamação contra as células do fígado, e estas passam a ser destruídas. A depender da intensidade dessa destruição, o fígado não consegue se regenerar, tendo suas células substituídas por “cicatrizes”. O processo pode chegar a cirrose, com todas as complicações conhecidas.

Enquanto as estatísticas mostram que em torno de 20% dos obesos morre em decorrência de problemas no fígado, também se sabe que entre 45 e 100% dos pacientes não apresentam nenhum sintoma do problema, o que piora muito a situação, pois sem que o doente sinta-se incomodado com a doença, ela torna-se uma “assassina silenciosa”.

Diante de quadros como esse, um consultor em Saúde e Bem Estar precisa saber avaliar com atenção e cuidado a presença de gordura dentro do abdomen, e assim poder ajudar a salvar a vida do seu cliente, devendo, inclusive, recomendar que o mesmo consulte um médico confiável, a respeito.

Lipoaspiração pode mascarar a gordura visceral

Sabemos que os programas nutricionais ShapeWorks (da Herbalife) são os melhores e mais seguros que existem, por trabalharem a nutrição celular com bases moleculares, não envolverem remédios, por não haver praticamente nenhuma contra-indicação, pelo altíssimo rigor científico envolvido, e pelos excelentes resultados permanentes demonstrados em milhares de pessoas, ao longo de 25 anos. Entretanto, também se sabe que o ritmo de perda de gordura através de um programa nutricional, inclusive os da ShapeWorks, varia de pessoa para pessoa, de acordo com um conjunto de fatores.

A “barriguinha” que desaparece mais rapidamente costuma ser de gordura subcutânea (sob a pele), enquanto é comum que a gordura visceral resista um pouco mais às dietas, sejam elas quais forem. Assim, de vez em quando aparecem clientes mais “apressados” que manifestam a intenção de se livrar da gordura de forma mais radical, mesmo arriscada. E a opção que costuma aparecer com maior freqüência é a lipoaspiração, graças à maneira mercantilista e leviana com que alguns médicos oferecem esse tipo de cirurgia, em nome da estética.

A questão é que a lipoaspiração só extrai, e agressivamente, a gordura abdominal subcutânea (logo abaixo da pele), não causando nenhum efeito sobre a gordura abdominal visceral. Entretanto, dermatologistas alertam para o fato de que uma simples lipoaspiração da gordura abdominal subcutânea, de finalidade puramente estética, além dos riscos já conhecidos, e de não trazer benefícios à saúde do paciente, ainda pode mascarar a presença da gordura visceral, esta sim, um importante parâmetro de avaliação da saúde.

Portanto, se um cliente seu estiver “apressado” demais para perder aquela gordurinha teimosa na barriga através de lipoaspiração, procure dissuadi-lo da idéia, demonstrando-lhe os riscos envolvidos, e que há evidências e testemunhos suficientes de que, com um mínimo de paciência e perseverança, qualquer pessoa consegue mudar consideravelmente seu corpo e sua condição de saúde, simplesmente aplicando os notáveis programas nutricionais ShapeWorks. O sistema de nutrição celular da Herbalife tem revelado os melhores resultados, tanto em matéria de estética quanto de saúde, na eliminação da obesidade abdominal e no controle da própria Síndrome Metabólica.

Autor: Ricardo Marques (Biólogo, Professor de Bioquímica, Biologia Celular e Molecular e Histologia)

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2 responses to this post.

  1. È show o que voces publicaram. Sou consumidora dos produtos Herbalife e me sinto extremamente bem . Tenho um pouco ainda de barriguinha mas estou sendo altamente passiente e espero com muito amor (herbalife) os resultados que estão sendo visíveis. Costumo dizer que sou o “MENEQUIM DA VITRINE” do meu negócio. Cada vez mais me apaixono por estes produtos que não se trata de remédio mas alimentação prensada. Bjs a todos e o meu agradecimento á HERBALIFE.

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  2. Posted by francini on 22 setembro 2008 at 11:10 am

    minha mãe está com depósito de gordura no fígado, fato que tem me deixado profundamente preocupada. ela tem tomado diariamente chá verde. fiquei feliz ao ter encontrado esta matéria no site de vocês. parabéns e obrigada.

    Responder

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